quarta-feira, 12 de junho de 2013

Decifrando o indecifrável

Os dias me levam a pensar em quem pretendo me tornar.
O me lapidar nunca sessa, sou literalmente uma metamorfose ambulante.
Sou assim, um misto de inconstante pensante, alucinante.
Da que sou hoje amanhã pouco restará, pois o aprender não me permite parada ficar.
Não tenho nada, possuo o que me basta, mas no meu mundo sou mais que poderosa, pois cabe a eu decidir a prosa.
Das que serei ainda saberei, mas da que pretendo ser nem sinal verei, pois o presente é que dita o desejo da gente.
Vulneral, maleável, flexível, não por não ter opinião, não por desconhecer a razão e sim por estar aberta a outra sugestão.
Não preciso estar sempre certa, me basta estar consciente.
Seja em conflitos ou comemorações eu sempre aprendo as lições.
A evolução é opcional e para ela basta ser racional sem evitar o sentimental, deixando fluir o intelectual em harmonia com o existencial.
O equilíbrio universal é a evolução mental.
Nada igual, tão menos diferente, é um mix de tudo um pouco em meio a muita gente.
Saber aonde se quer ir é imprescindível para poder chegar a algum lugar.
Saber com quem caminhar já é da maturidade saber desfrutar.
Os dias são lição, na louca escola da vida, muitas vezes sem direção.
Os momentos são bons ou não, você quem dita à questão.
Minha realidade diz que o importante na vida é ser feliz.

#vivendoumdiadecadavez

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Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.

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