domingo, 18 de novembro de 2012

Sociedade selvagem


Idade é passado é o que se viveu. Vida é o que está por vir é futuro.

Sempre opto por uma boa leitura, mas essa semana por falta de vontade reler os livros de cabeceira e sem condições de adquirir um inédito acabei matando o tempo em frente a TV. Pela manhã um programa agradável de entrevistas com artistas e com a presença de pessoas desconhecidas pela massa, mas que por um motivo tema recebe o reconhecimento. Um programa que se torna interessante principalmente por esse mix de fantasia e real. Se todos fossem assim conseguiria me encantar com as pessoas e com os fatos como são, com as historias de superação e vitoria, mas infelizmente é preciso me informar da realidade do momento e um meios são os telejornais, os quais me levam a questionar se há esperança para a humanidade.

Como humana em plenas condições de raciocínio lógico me faço esponja, procurando sugar de tudo que vejo ou escuto o que é bom e descartando o que acredito que não ira me edificar. Mesmo após ver programas culturais e interessantes o que fica no subconsciente são as cenas de tragédia e covardia. Acredito que porque fico estarrecida com tal situação.

Sempre falo de mim, da existência, da vida, de Deus, da maravilha da criação e a fins, mas nesse momento um fogo me consome por dentro. Um grito silencioso explode em meu peito. Me sinto de mãos e pés atados diante tamanha selvageria. Gozo de saúde e perfeição de membros, mas me sinto inútil, incapaz.

Brasil, país tropical, rico em flora e fauna. A maior bacia hidrográfica do mundo. Belezas inigualáveis, praias invejáveis, bio diversidades cobiçadas. Povo acolhedor, caloroso, feliz.

Foi assim que eu descobri o Brasil, na época em que se podia brincar na rua. Pique pega, Beth, esconde-esconde, subir em arvores e “plantar bananeira”, pular corda, girar peão, bater figurinha, bolinha de gude, pedir cantinho... Nossa quanta recordações. Brincadeiras infantis, mas algumas seguiam na adolescência. Jovens que apelidavam se, que levavam tudo na descontração, na amizade. Uma época em que ser criança significava brincar, ser feliz e assim moldar uma personalidade sadia, agradável.

Na escola as “tias” (como eram chamadas devido a todo respeito por serem educadoras) ilustravam esse Brasil citado e em minha mente infantil um mundo de maravilhas se formava. Uau, desde os primórdios de meu desenvolvimento desejo conhecer esse Brasil, esse ponto especifico de maravilhas, um pedacinho abençoado pelo Criador com aquele carinho tão especial.

No entanto hoje a realidade me veio de forma tão cruel que me fez explodir por dentro, me fez indagar se ainda tenho orgulho de ser brasileira. Uma ira voraz me consumiu. Me sinto incapaz diante a situação e isso me deixa alienada. Sei que a situação nunca irá mudar, porque quem controla é uma minoria literalmente política ou seja age de acordo com vantagens próprias, são os grandes que estão a frente do negocio que vem o barco afundar e ao invés de troca ló ficam fazendo remendos, tentam amenizar o caos, mas não trata a raiz do problema. E a grande maioria que na verdade tem o poder nas mãos, tem a chave que conduz o barco, é influenciada ou mesmo alheia ao todo. Preferem criticar como réus espectadores a assumir a responsabilidade da escolha.

Poderia falar da beleza de cada região do Brasil, narrar as principais características geográficas e populacionais de cada estado, citar os costumes, mas não é isso que me vem a mente nesse momento ao analisar a situação.

Alguns estados sempre chamam mais atenção que outros. Pudemos acompanhar em um passado não tão distante a desocupação das favelas do Rio de Janeiro e a tomada dos policias, que destamparam assim a panela de pressão. É verdade que com a explosão muita gente morreu, muitos se feriram, mas foi necessário para que houvesse paz. Sei bem que a paz não é plena, mas minimizou consideravelmente a situação. Hoje não sei dizer como estão os morros cariocas porque os holofotes estão direcionados para os estados de conflitos:

São Paulo: nas ultimas semanas tudo se escuta é sobre a onda de criminalidade que vem  tomando as noites da cidade. Como resposta as prisões de criminosos, militantes do crime organizado revoltados e gritando seu poder organizam grupo de extermínio a policiais que estiveram envolvidos nas prisões citadas.

Policial s.f. Ordem ou segurança públicas.
Conjunto de regras impostas aos membros de uma coletividade com o objetivo de garantir a ordem, a tranquilidade e a segurança públicas.
Corpo de funcionários incumbidos de fazer respeitar essas regras e de reprimir o crime. A palavra polícia vem do latim politia, procedente do grego politeia, que originalmente significava organização política, sistema de governo.
(http://www.dicio.com.br/policil)

Ao meu ver: homem trabalhando na função de proteger o cidadão e garantir seus direitos de proteção.

Criminosos adj. e s.m. Que ou aquele que comete ou cometeu crimes; delinquente, facínora, celerado; culpado, réu: o criminoso fugiu da cadeia.
Adj. Em que há crime, cheio de crime; delituoso: vida criminosa.
Fig. Que pode levar a crimes, ou tê-los como consequência: gestos, impulsos criminosos.
Fig. Contrário às leis sociais ou naturais: amor criminoso.
(http://www.dicio.com.br/criminoso)

Ao meu ver: Cidadãos sem princípios, que se perderam tentando encontrar vida, que optaram pelo lado obscuro da existência.

Vejo bandidos como grandes empreendedores. São profissionais de excelência. Não temem investir no que desejam. Fazem qualquer negocio para conseguir o que quer. Visam o lucro e a satisfação pessoal. São dedicados. Sabem cobrar dos subalternos. Sabem como persuadir e influenciar. Pagam bem e agora ainda fica evidente o quanto são inteligentes.

Ainda falando de São Paulo os materiais divulgados pela mídia revela que todo o esquema das quadrilhas é bem organizado e gerido. Anotações, ligações de orientação, uma empresa em pleno vapor. Executar policiais responsáveis pela prisão dos criminosos de acordo com a corporação.  Dependendo uma prisão vale duas vidas. Hoje mesmo, um dos telejornais relatou, bandidos que acabaram de atirar em um jovem de 17 anos, em fuga se depararam com um veiculo a frente, que por não entender a situação acabou ficando no caminho. Indignados com a situação os bandidos disparam contra o veiculo familiar e mataram uma criança de 1 ano que estava no colo da mãe.

Na capital de Santa Catarina e no entorno (meu estado preferido diga se de passagem dentre os que conheci)  uma onda de criminalidade assusta moradores e visitantes. A cidade está recebendo turistas de todos os lados, visto que além das belezas naturais ainda é mês de uma grande festa e ainda assim em paralelo as comemorações e festa uma sequencia de marginalidade, ônibus incendiados, quartéis apedrejados. Um morador em um ato de coragem precisou dirigir um dos ônibus em chamas para evitar que o fogo chegasse as residências.  

No estado de Goiás há muito tempo se houve falar em grupos de extermínio, mas a noticia até esfriou diante as polemicas envolvendo os políticos do estado. Tanta sujeira por baixo do tapete e as plumas que veem a tona já geram um imenso movimento, imagino o grosso de tudo isso. Goiânia como capital não poderia faltar nos telejornais e criminalísticas.

Policia civil em greve, a criminalidade livre para atuar, famílias esperando horas pelo IML para recolher corpos estirados pelas ruas outras esperando dias para conseguir atestado de óbito, sofrendo alem da dor do ente o medo de te ló enterrado como indigente, fora inúmeros outros aborrecimentos para a população que utiliza os serviços da Policia Civil.

Agora uma velha noticia ressurge como auge, há um grupo de extermínio agindo na cidade. Os alvos são moradores de rua que são executados a sangue frio enquanto dormem nas calçadas. Um ser figurado como homem chega de moto, desce, se aproxima do morador de rua que dorme, saca uma arma e faz um disparo contra a cabeça do cidadão, caminhando normalmente retorna para a moto e sai.

Rua de fato não é casa, é local de passagem. Nenhum homem em sã consciência e provido de razão moraria na rua. Ser humano tem necessidades básicas a sobrevivência, no entanto inúmeros fatores destorcem esse fato e muda a realidade, como consequência temos os então moradores de rua.

Me questiono o que leva um ser humano a escolher morar na rua. São tantas as probabilidades, questões familiar, envolvimento com drogas, índice de pobreza, distúrbios mentais, etc. Não sou hipócrita ao ponto de dizer que nunca evitei um morador de rua. Acredito que a necessidade de sobrevivência fala mais alto em qualquer classe social, principalmente no índice abaixo da pobreza, onde os cidadãos não conseguem enxergar perspectiva de futuro, logo não tem nada a perder.

Já tentei entender algumas dessas pessoas, tentei conversar, ouvir a historia de vida e sempre me surpreendi. São historias incríveis, nem todas relatam dificuldades, muitas revelam apenas a grande fraqueza pessoal que consome a vida do ser com os vícios e deixa apenas o zumbi vagando pela existência. Acredito que não cabe julgar, a questão é identificar o problema e tratar, claro que já atuando na raiz. É um tratamento paliativo, que precisa de muito empreendedorismo e dedicação.

Pelos relatos que ouvi sobre os arrastões sofrido na cidade, pelas experiências que vivi quando tentaram me assaltar, pelo que escuto de vitimas, os viciados e usuários que conheço, são todos de classe média, alguns alta. Não entendo a razão de um grupo de extermínio atacar moradores de rua. O estado, a cidade está precisando aumentar o índice de mortalidade, de assassinato?

Me indigna ainda mais ouvir , na reportagem, que um dos homens presos acusado de fazer parte desse grupo de extermínio é policial e que tem um processo aberto com a mesma acusação. Processo esse que está parado desde 2008. O policial foi reconhecido por uma das vitimas que sobreviveu ao ataque, em 2012.

Policial aquele que deveria proteger o cidadão é o mesmo que está matando os. Por isso digo “a verdade de cada um”. Cada um age conforme crê, conforme convém. Os princípios se perderam no caminho, foram sufocados pelo processo da evolução. É triste dizer, mas na mesma proporção que o mundo evolui em tecnologia e ciência os humanos declinam em moralidade e caráter.

E para alarmar os mais informados, novembro está esvaindo no tempo e em breve chega dezembro e com ele o direito ao enduto de Natal.
Natal festa santa. Comemoração ao nascimento de Cristo, o redentor.

Infelizmente grande maioria dos condenados esquece que deveriam regressar ao sistema prisional e aproveitam a liberdade para praticar novos crimes, afinal cadeia é a grande escola dos marginais.

Assumo que não conheço a finco o SISTEMA PRISSIONAL NO BRASIL, mas sei que o custo para manter um detento é alto e pago pelos cofres públicos, por isso existe toda precariedade de sub lotação, celas em condições dês humanas. Sendo assim até dou razão para os que saem ainda para revoltados e dispostos a arriscar suas vidas, não há nada a perder, talvez se forem assassinados sejam mesmo um alivio. Mas entenda bem, aqui estou falando de bandidos condenados, o que nada tem haver com viciados ou moradores de rua (o que também tem diferença de acordo com a situação).

Me pergunto porque o ministro de qualquer coisa que envolva essa área, porque o presidente, porque alguém influenciável não desenvolve um projeto de detenção auto sustentável. O individuo tem desvio de caráter é um marginal, é um criminoso, repetir isso para ele e trata ló como tal só vai vivificar isso como realidade e ele irá se especializar cada vez mais. Desde muito nova aprendi que o trabalho edifica o homem. É verdade que algumas pessoas gostam das coisas que vem fáceis, mas e se isso não for opção?

Por que não copiar o projeto de países que já trabalham com esse sistema prisional? Devido a questões financeiras? Não copie então, use a ideia e a recrie de acordo com as condições. “Nesse mundo nada se cria, tudo se copia”.

Uma penitenciaria onde cada preso trabalhasse para sobreviver. Plantasse os frutos e legumes, cuidasse da horta, preparasse as refeições, servisse, cuidasse da higienização do local, tivesse um local limpo e digno para dormir, pudesse desfrutar do privilegio de ter horário de leitura e até mesmo aulas de alfabetização para os leigos. Que houvesse recreação, esportes, onde eles pudessem se socializar, quem sabe até cursos profissionalizantes. Trabalhariam para pagar sua estadia, mas em paralelo seria domados, receberiam carga positiva de incentivo a mudança. Ao invés de saírem doutorados em crimes sairiam medicados e transformados em cidadãos. Pode ser que nem todos se regenerassem, pode ser que alguns sejam maquiavélicos de berço, mas acredito sim que a grande maioria seria resgatada.

Como já disse cada caso é um caso, é sempre uma situação única e as vezes inédita, mas apoio, incentivo, podem transformar vidas. Muitas dessas pessoas entram para o crime porque vivem em pobreza extrema e não veem outra forma de sobreviver, optam pelo caminho mais rápido, que nem sempre é o mais fácil. Todo apoio psicológico, dessa forma de tratamento, é como uma grande lavagem cerebral, que fará com que criminosos acreditem que são cidadãos e que podem se dar bem. É a lei da atração, o famoso se eu quero eu posso eu consigo. Com o tempo das penas, quem não lia sai lendo, quem não sabia fazer nada alem de roubar ou matar aprende uma profissão. Quem não tinha esperança vê uma luz, quem não tinha nada a perder começa a ver que pode ter o que ganhar. 

Pode ser que tudo isso seja utopia, mas se for é culpa da massa que só critica e não assumi o leme, elegem lideres por simpatia e não por comprometimento e capacidade. Eu acredito sim que haja políticos corretos, o que acontece é que a podridão está tão generalizada que quando a parte boa aponta não tem como evitar, ela acaba apodrecendo também, ate porque se não for assim ela logo será eliminada.

Aliado a todos esses fatores sócio educacionais ainda temos os fatores naturais climáticos. É chuva desabrigando e matando pessoas em diversos estados do pais enquanto em outras áreas a seca é quem faz esse papel.

Preciso dizer, tento evitar mas não consigo: O mundo continua igual a formação que Deus fez, o homem que com sua grande inteligência que criou o resto, que positivamente trouxe grandes evoluções tecnológicas e cientificas, mas em consequência causando grandes desequilíbrios na atmosfera do eco sistema.  
Estamos vivendo uma era de evolução e desafios. A nanotecnologia avança cada vez mais para revolucionar, a medicina avança admiravelmente, mas a humanidade se perde cada vez mais com a mesma velocidade, mas em maior intensidade. É aquela velha redundância já citada em outros textos. (http://panmellajanaina.blogspot.com/b/post-preview?token=VG9SFjsBAAA.Jhxu-Xz3v3XJ9zVFJju-DQ.JcIIAkPBoEwaMBdRu6UrjA&postId=8529264056071246541&type=POST)

Percebo que as crianças de hoje são mais inteligentes que as do meu tempo, elas tem vontades própria e as fazem valer. São elas quem decidem o que vestir, como cortar o cabelo, a hora de dormir, onde passear. Aquelas brincadeiras que citei no inicio são desconhecidas. Hoje os jogos são virtuais, as amizades também já se tornaram. Não se vê convívio de socialização primaria.

Ao meu ver esse fato contribui para o aumento do índice dos sociopatas, das depressões infantis que se tornam cada vez mais comuns, dos serial killers, dos depressivos, dos obesos e de todos os distúrbios afins.

Os jovens assumem responsabilidades cada vez mais cedo e nem sempre estão preparados para elas. Podemos ver nítido pelos relacionamentos.

Em um tempo muito, muito, mas muito distante, os filhos eram prometidos por suas famílias em um compromisso e só se viam na festa de casamento e por incrível que pareça conviviam juntos ate que a morte os separasse. Suportando tudo, a inexperiência, a incógnita de não saber as preferências nem a manias do outro. Respeito bastava para a relação ir alem.
Ontem os filhos decidiam com quem casar, mas a corte era feita sob supervisão de um membro confiável, onde as conversas ditavam um ao outro como eram e assim decidiam se unir, em uma união única até que a morte os separassem. O respeito ainda era a base mas o carinho já existia em forma de amor.
Hoje os filhos se relacionam entre si pior que muitos animais selvagens, não tem parceiros fixo, experimentam uns aos outros, e com essa felicidade de satisfação carnal se esquecem da necessidade de cuidar do emocional, assim embarcam em relacionamentos descartáveis, onde ao primeiro obstáculo joga ao lixo.
Eles não se casam mais, se juntam. Procriam e ainda assim se descartam a qualquer dificuldade. Há ainda alguns que se acham tão espertos que fazem o teste da compatibilidade, optam por morar juntos e ver no que dá. Pode ser que tudo fique bem 1 mês ou 1 ano, mas no dia que a dificuldade chega definem que não dá certo e se descartam.

Atualmente as mulheres estão mais independentes, são donas de empresas, gerenciam grandes negócios, vão para baladas sozinhas. Isso é bom pelo lado pessoal, mas pelo emocional há contra tempos. Isso pode assustar o homem que ainda tem o instinto protetor, pode faze ló se sentir acuado e inseguro ou pode ate mesmo causar uma boa impressão e conquistar, mas na segunda opção há ainda mais riscos, pois uma mulher independente, que se conhece, dona de sua própria vida por toda experiência se torna um pouco menos intolerante e a qualquer dificuldade pode descartar a relação ou seja de todo jeito essa é a geração dos relacionamentos descartáveis.

Relacionamentos instantâneos, jovens mal se conhecem e já se amam, vivem vorazmente e tudo acaba do nada. É o amor a primeira vista ou a primeira opção, que dura até outro surgir ou ate o primeiro obstáculo aparecer.

Me questiono se não é melhor voltar aquele tempo onde as moças casavam novas e eram submissas aos maridos, ao menos assim se vivia família. As crianças tinham apenas um pai e uma mãe. O carinho era algo louvável, o amor incondicional. O que favorecia a formação do caráter do cidadão.

O resumo do hoje é uma calamidade social e humana. Me questiono ainda de quem é o problema: da personalidade do ser, da educação familiar, das relações sociais? E acima de tudo isso de quem é a responsabilidade?

A bíblia sagrada é um livro que foi escrito há séculos atrás e ainda assim a temos como guia, nós Cristãos procuramos seguir seus ensinamentos, mas estando o mundo como esta, as pessoas como estão, vale fazer jus a lei Divina de reprodução? Será mesmo saudável colocar uma criança nesse mundo? Que herança elas receberão?

Brasil terra sem lei, Goiás estado do coronelismo.

A independência, o avanço tecnológico, torna as pessoas individualistas e frias o que compromete os princípios. Enquanto não houver a conscientização de que ter é ser e não possuir a sociedade continuara caminhando em declínio. É lamentável, mas é a realidade.

Sou assim: simples, pratica, objetiva, direta, resumida. Mesmo sendo medrosa, tendo dúvidas, sei bem que a vida é uma grande escola e escolho aprender todos os dias mais e mais, e o pouco que sei compartilho para quem deseje ouvir experiências.

Por pior que esteja o mundo, a sociedade corrompida, ainda tenho muito amor pela existência e isso me traz grande esperança no futuro. Tenho fé que o ser humano ainda irá despertar!

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