domingo, 18 de novembro de 2012

Sou mais eu, mas valorizo a lapidação


E de repente chega aquela fase onde estou cansada das oscilações de humor, onde arriscar já não tem a mesma adrenalina, onde fantasiar perdeu a magia, onde acreditar é escolher correr risco.

Há tantas pessoas com as quais adoraria conviver, mas que estão longe em outro estado algumas em outro país. E há pessoas tão próximas que adoraria que me esquecessem.

Acredito que consegui galgar o um novo degrau!

Sempre disse que não quero ser velada quando morrer, se puderem quero que façam uma grande festa, com fartura e alegria em abundancia, na qual irão relatar meus erros, minhas grosserias, minha ignorância, e tudo mais que acreditam saber sobre mim. Sei que meu corpo humano estará em estado de decomposição, mas minha alma estará sem dúvida em paz por retornar para casa.

Se essa grande festa fosse hoje poucos seriam os convidados, porque viver meu eu acaba me isolando da massa, mas sei que o tempo se encarregaria de levar a noticia longe e onde quer que ela chegasse quem conviveu comigo ao menos 5 minutos terá algo que ficou marcado para lembrar.

Não tento convencer nem enganar, apenas vivo cada fase por sua vez almejando um dia a tão sonhada paz!

Luto para me moldar por que sou mais eu em qualquer situação, logo valorizo o poder da lapidação.

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Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.

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