quinta-feira, 18 de julho de 2013

Perca de tempo ler 1

14 de julho de 2013
São 7:40 hs de um domingo, ainda estou com sono, mas os sonhos me despertaram. Na verdade essa seria a terceira noite seguida de pesadelos que me atormentam a mente, caso no todo o resumo fosse assustador. Que me lê desde o inicio desse blog tem acompanhado de perto meu desespero quando tenho pesadelos 3 noites seguidas. Algo sempre acontece.
Bom mesmo é quando os sonhos são claros e me dizem exatamente como agir, deixando apenas meu bom senso em concordância com o livre arbítrio e a fé decidir o que fazer.
De quinta para sexta os sonhos foram tão intensos que acordei cansada. A principio estava em uma bela casa, onde as paredes eram branquíssimas. Era tudo de muito bom gosto, os moveis, a decoração, mas o sonho se passou na cozinha, onde o branco era tão branco que ao invés de acalmar inquietava. Eu recepcionava algumas amigas, todas sorriam muito em alto e bom tom. A casa era minha e eu estava fazendo um almoço (como temos o abito algumas amigas e eu chamamos esses almoços só para mulheres de       ‘o clube das luluzinhas’ é quando as que são casadas podem ter seu momento de independência sem fazer nada de errado, apenas sorrindo e falando bobeira com as amigas). Recordo me que deixei minhas amigas sorrindo e conversando na cozinha e fui colocar o lixo pra fora, onde passei por um belo jardim florido de grama verdinha. Olhei a arquitetura da casa e vi que era não só de muito bom gosto como também revelava um status elevado.
O que mais me assusta nesses sonhos não é a veracidade dos fatos, mas eu estar lá e ainda me ver como telespectadora. É como se em alguns momentos eu estivesse diante uma imensa tela de cinema interativa, de repente fosse a personagem do filme.
Como toda brasileira que se prese tenho em mim o sonho da casa própria, mas nem em minhas piores ou melhores, dependendo do ângulo de visão, crise de ambição ansiei uma casa tao grande e bela como aquela, mas a sensação de saber que ela era minha era formidável. Não sei descrever o que sentia. Satisfação aliada a orgulho, uma felicidade descomunal, realização pessoal.
Ao jogar o lixo na caçamba me virei para voltar para casa, mas nesse momento já estava diante a minha tao bela e luxuosa casa. Estava em um imenso escritório, com muitos livros e pilhas de papeis para todo lado.  Havia muitas pessoas indo e vindo ali dentro, todos sorriam para eu, brincavam entre si, mas estavam todos trabalhando, apesar do clima descontraído.
Percebi que era meu trabalho também. Estava me sentindo leve, bem, uma sensação de satisfação abraçou me. Quando tentava fixar minha mente na nova situação surge um homem, cujo o rosto não pude identificar e me entrega uma cesta de frutas. Recordo me que haviam maças, mangas, laranjas e mexericas. As que mais me chamaram atenção foram às maças, que era de uma espécie que eu não conhecia e fiquei me perguntando de onde vinham, nesse momento fui transportada para uma linda plantação, era um grande pomar a perder de vista, e pude entender que o meu patrão, o dono do escritório era também o dono daquele lugar e vendia para o mundo todo tais frutas.
E cada qual pareciam suculentas e tive vontade devora las, mas nesse momento a voz grave do homem seguida pela voz estridente da moça ao lado me chamou atenção. Ele entregou a ela uma sacola também com frutas, mas ela precisou pagar por elas.
Fiquei constrangida e pensei em devolver as frutas ou oferecer pagamento por elas, não entendia porque eu havia ganhado e minha amiga de trabalho precisava pagar por elas. Pensei até em dizer a ela para não compra las que eu dividiria as minhas com ela, afinal eu havia ganhado mesmo, mas não consegui dizer nada, pois a sensação de desfeita me tomou só de ter tais pensamentos.
Não me via melhor que ela para ganhar as frutas sendo que ela precisava pagar por elas, estava me sentindo um tanto constrangida com a situação e a convidei para almoçarmos. Ela aceitou prontamente. Pude perceber que éramos muito amigas e sempre estávamos juntas.
Caminhamos por entre as mesas do escritório e quanto mais andava mais me surpreendia com tantos papeis. Não sei ao certo se se tratava de um escritório de advocacia ou contabilidade, também podia indicar um escritório de publicidade ou afim.
Saímos do grande galpão e percebi que do lado de fora a empresa não apresentava tao grande quanto de dentro. Na verdade ficava ao fundo em uma viela.
Minha amiga e eu caminhávamos quando um gato surgiu no caminho. Ela correu gritando assustada, não entendi o porque, até olhar o gato e ver que seus olhos eram vermelho como sangue e brilhavam uma forte luz. O gato grunhiu como que querendo me atacar e continuei a caminhar. Alguns passos dali e ratos correram de um lado para o outro da rua, alguns passaram sobre meus pés e percebi que seus olhos também estavam vermelhos e brilhantes. No trajeto ate o restaurante algumas poucas pessoas cruzavam meu caminho e todas tinham os olhos vermelhos.
Olhei ao redor e percebi que as construções eram medievais, não haviam muros, era uma construção na outra. As janelas e portas eram de madeiras e não havia fechaduras como as que vemos hoje.
Mais alguns passos e pude ver a uns 50 metros dali um lote cercado com arame, onde havia uma casinha (na verdade não sei nomear, eram 4 estacas como base e o teto de telhas), dentro dela havia um cão branco com inúmeras pintinhas negras. Distante pude observar que o cão era um filhotinho, mas seu tamanho parecia fora do normal. A casinha devia ter em torno de uns 4 metros de altura, ou mais, não faço ideia da largura, sei que pelo telhado se percebia um quadrado, mas o cão estava deitado encolhido, como um filhote que tenta se aconchegar em uma caixa de sapatos.
Caminhei em direção a ele, pois queria ver de perto todo seu tamanho, mas quando estava perto minha amiga surgiu agitava me dizendo para correr o mais rápido que eu pudesse. Não lhe dei ouvidos, afinal porque correria, o cão era muito fofo e eu queria entender porque de todo seu tamanho. Parecia um prédio de uns 20 andares de perto.
De repente ela me disse que eu nem precisaria me aproximar mais, pois ele já havia me visto e agora era tarde de mais, pois ele iria atrás de mim onde quer que fosse. Nesse momento surge ao lado do cão um homem que me causou calafrios. Não sei ao certo porque, mas nesse momento ela correu e me puxou pelo braço direito, o que me levou a correr também, até que em determinado momento percebemos que vários animais e pessoas diferentes estavam atrás de nós. Apenas o enorme cão não estava entre eles. Nesse momento ela disse que eu devia correr o mais rápido que pudesse e não parar nem olhar para traz, que ela tentaria retarda los. Mas questionei porque ela não viria comigo e ela disse que eles não fariam nada a ela, pois eles queriam a mim. Ela ficou um pouco para traz e de fato eles passavam por ela como se não a visse, senti que eles queriam de fato a mim, mas não queriam me matar propriamente dito, queriam minha energia vital.
Nesse momento revi quando olhei o cão e vi seus olhos vermelhos, minha fisionomia estava refletida neles, de alguma forma eu entendi que o erro havia sido olhar em seus olhos.
Fiquei me perguntando o que era aquilo, se era um vírus mortal ou se algum tipo de extra terrestre havia passado ali, mas correndo confusa e perdida nesses pensamentos fui conduzida a um lugar escuro, onde a penumbra criava um clima gelado. Não conseguia ver muito, mas percebi que ali estavam varias frutas jogadas pelo chão e eram as mesmas frutas que eu havia ganhado.
Uma sensação estranha me tomou, não sei se medo ou desespero, era como se tivessem me dado frutas oferecidas, mas quem me deu parecia gostar de mim...
Acordei assustada e muito cansada, foi quando percebi que já eram 10 horas da manhã, havia dormido mais de 12 horas seguidas e parecia que não havia fechado os olhos nem por 1 minuto. Foi quando percebi que ainda estava na mesma posição que havia deitado. Meu filho de 5 anos disse que me gritou a noite toda, segundo ele meu pai levantou e atendeu seu pedido e eu não ouvi nem vi nada, logo eu que normalmente tenho sono leve e acordo com o menor ruído. Foi como de tivesse desligado do mundo físico e entrado em um transe no mundo espiritual.
Não consegui orar, nem mesmo liberar pensamentos positivos, estava me sentindo aérea, como que perdida no espaço tempo.
Durante o dia os afazeres domésticos me roubaram a atenção e aos poucos a estranha sensação passou.

Era noite de sexta para sábado e estava disposta a dormir tarde, fiquei assistindo filme até quase meia noite. Quando me deitei apaguei. Os sonhos voltaram com força total, mais uma vez me vi em um local desconhecido, mas agora estava em uma cidade que não conhecia. A principio estava aguardando para fazer uma entrevista em uma empresa grande e bonita, mas fiquei perdida e comecei a caminhar sem destino certo, foi quando parei em frente a um grande muro que parecia esconder um grande galpão. Havia uma passagem e pude ver que na verdade escondia um pequeno barracão. Entrei e de certo modo senti que aquele seria o lugar que eu alugaria para morar, mas estava sem as chaves e muito cansada, pois era uma noite muito fria e eu estava sem agasalho, por isso me deitei no chão ao lado da parede, mas  o frio era tanto que não me permitiu ficar ali por muito tempo e novamente sai a procura de um lugar conhecido.
As ruas estavam desertas e o vento uivante, a sensação térmica parecia cortar minha pele e caminhava em busca de abrigo, quando percebi que estava andando em circulo, pois retornei a porta da empresa que deveria ter feito entrevista (não sei porque não fiz). Tentei entrar, mas o segurança me disse que pelo avançar da hora ninguém mais podia entrar.
Havia uma moto preta na calçada e ele questionou porque eu não havia levado, foi quando entendi que a moto era minha, mas eu não estava usando bolsa, logo não tinha as chaves. Percebi que estava também sem celular e a única pessoa pra quem eu podia ligar era o meu namorado.
Nesse momento minha mente me levou ao inicio daquilo tudo.
Havia ido conhecer a cidade do meu namorado e o peguei abrindo a empresa. Era um grande galpão de grades brancas. Imaginava que seria uma academia, visto que ele era professor de luta, no entanto quando ele abriu as grades o que vi foi uma grande lanchonete. Não era de fato uma lanchonete normal, pois o cardápio era bem diferenciado, tudo preparado para dar mais potencia aos atletas. Minutos após ele abrir a lanchonete os atletas começavam a chegar. Lembro me que pedi um açaí, mas enquanto conversávamos o açaí derreteu e  nem pude consumi lo.
Já tinha a entrevista agendada e ele me levaria, pois caso conseguisse o emprego moraria ali e não voltaria, visto que já havia concluído a faculdade, mas a lanchonete estava tão lotada que eu não permiti que ele me levasse, disse que iria sozinha e foi quando tudo aconteceu.
De repente lá estava eu novamente, andando sem direção na noite. Pensei em pegar um telefone emprestado e ligar para ele, mas as pessoas corriam de mim quando eu me aproximava, como se eu fosse uma andarilha. De certa forma me sentia assim, era como se aquela situação tivesse se arrastado por anos, mas ao mesmo tempo minha mente revelava que era apenas uma noite...
Parei em um bar, onde havia dois rostos conhecidos da infância, mas não me reconheceram. Percebi que brigavam entre si e não disse nada. Havia uma terceira pessoa que eu não conhecia e a dona do bar. Pedi para usar o telefone, foi quando ela me disse que cobrava 0,40 centavos por minuto, levei a mão no bolso e vi que tinha umas moedas, e assim fiz a ligação.
De alguma forma eu sabia o numero de cor e liguei para meu namorado que já estava preocupadíssimo e questionou onde eu estava. Não sabia que lugar era aquele, então perguntei a dona do bar o endereço e passei para ele. Ele me disse para não sair de lá que ele já estava a caminho, mas o bar já ia fechar e novamente me coloquei a andar.
Andava em linha reta, pois se ele aparecesse me veria, as em uma esquina cruzei com uns rapazes que pareciam morar na rua e quando atravessava a rua uns policiais surgiram e prenderam todos, inclusive a mim. Eu dizia que não tinha nada haver com eles, mas os policiais ironizavam dizendo que é o que todos diziam. Os jovens estavam amedrontados, sabiam que estavam encrencados, pois estavam com muita droga.
Eu olhava para eles e para mim e não via diferença, estamos sujos iguais, fedíamos igual, tínhamos aparentemente a mesma idade, mas uma coisa estava bem diferente, eu estava muito calma, em paz por ter a consciência tranquila, por saber que agora teria um lugar quente para dormir e porque de alguma forma eu via que aquilo ali era estratégia do sobrenatural.
Sentia um equilíbrio que jamais senti antes, me preocupando apenas com avisar meu namorado que agora estava em segurança, pois mesmo presa me sentia mais segura que nas ruas.
Comecei a conversar com os jovens na esperança de acalma los e de certo modo estava conseguindo, pois até o policial antes áspero já nos tratava com mais cordialidade. Os jovens demonstravam arrependimento por consumir e vender drogas e diziam que queriam mudar de vida. Não sei ao certo o que conversávamos, mas sei que o policial já estava me perguntando onde eu queria ficar e assim uma grande satisfação me tomou.
Acordei cansada, mas suspirando aliviada. Mais uma vez percebi que dormi a noite toda sem nem me mover.
Minha tarde não passou tao tranquila quanto a anterior, apesar do sonho ter acabado mais brando. Vários vultos me incomodaram, mas não dei brecha para o medo e o desespero, apesar de estar preocupada. Orei para que não tivesse uma terceira noite de sonhos indefinidos, pois como disse no começo, ter 3 noites de pesadelos consecutivos sempre precede algo.
Me deitei no sábado pedindo para ter uma boa noite de descanso, sem pesadelos e se esses surgirem que viessem acompanhados de discernimento. Não sei dizer ao certo se meu pedido foi atendido...
A noite estava fria e por isso me embrulhei com dois edredons. Deitei e logo adormeci. A principio me vi indo e vindo de um lugar a outro, não me via exatamente, nem tao pouco o lugar, era como se estivesse vagando no espaço de nada em nada, mas no nada havia a sensação de tudo, como se fosse de suma importância eu estar ali.
Sabia que me remexia na cama, virava de um lado para outro e sentia um frio tremendo me abraçar, mas não precisava me cobrir, pois minha mente aquecia minha alma.
De repente estava eu ali, no vazio, como se meu pensamento estivesse ali. Me vi escrevendo lindas frases de incentivo, de força, de revelação. Sabia que estava dormindo e que aquilo era um sonho, sentia que alguém me soprava tudo aquilo e desejei acordar para escrever, mas também sabia que ao despertar não conseguiria lembrar tao belas palavras. Desejei ter um gravador para gravar tudo que escrevia e tive a sensação de estar dizendo tudo aquilo em voz alta.
Sentia muita paz ao escrever e apesar de não ver sabia que aquelas palavras estavam ajudando muitas pessoas que de alguma forma as ouvia e/ou lia.
Meu duelo interior começou a gritar confundindo meus pensamentos. Parte de mim queria continuar ali ajudando aquelas pessoas, parte de mim queria encontrar um meio de registrar tudo que estava ouvindo e escrevendo. Eram palavras tao puras, tao cheias de vida, retratavam a Verdade que sempre busquei, mas nesse conflito em continuar o que estava fazendo e tentar encontrar uma nova forma de revelar tais dizeres ao mundo acordei.
Nesse momento o frio me incomodou a pele, ainda sentia a calmaria daquele momento, no entanto as belas palavras haviam se apagado. Levantei meio tanta e fui ao banheiro, foi quando vi sair das paredes inúmeros coros, como de arroz podre. Branquinhos, pequeninos e muito agitados. Caiam da parede como agua corrente. Firmei o olhar e eles continuavam lá, até que fechei forte os olhos, dizendo para mim mesma que aquilo era devaneio da imaginação, que estava acordada e que aquilo não estava acontecendo. Quando abri novamente os olhos os coros foram sugados pela parede como se fosse uma esponja sugando agua e tudo estava normal.
Não senti medo, nem incomodo, nada anormal, talvez porque o sol ainda não havia saído por completo e ainda estava sonolenta, mas busquei entender o que aquilo representava.
Não sei se os sonhos terão alguma representação. Não sei se algo acontecerá. Enquanto escrevia esse texto uma tia que não vejo desde minha infância ligou dizendo que está vindo almoçar aqui. Ela e outra tia que não vem a casa de minha mão há no mínimo uns 15 anos. Elas são unidas e amigas, mas por morarem longe e terem empresas pequenas que precisam de cuidados permanente quase não saem da cidade e desse modo nós que vamos muito até lá. Será que de certo modo isso tem haver? Será que algo irá acontecer?
Não sei e está longe o saber, se tudo está interligado ainda não consegui ver a coerência, mas de alguma forma a palavra que me foi dita na semana retrasada diversas vezes por pessoas diferentes começou a ser questionada em meu subconsciente. Um desejo de estudar e querer entender a tal psicofonia começa a despertar.
Veremos o que acontecerá e como o todo se dará. Sei que quanto mais tento entender essa passagem terrestre mais me perco na razão.
É como se tudo isso aqui fosse tão passageiro. Como sempre disse a única certeza que temos da vida é a morte, talvez por isso eu sempre a ansiei, mas começo a pensar que talvez esse meu desejo pela morte seja saudade de outro lugar, o lugar que talvez seja de fato meu lugar, talvez nesse lugar eu de fato me sinta em casa, talvez nesse lugar eu me sinta de fato acolhida...
Não sei ao certo, gostaria de saber qual escolha me trouxe aqui, mas talvez essa curiosidade de saber que me prenda no ponto de partida, talvez essa curiosidade que não me permita evoluir.
Cresci com medo das visões, fugia delas, me escondia, mas agora que não as temo elas estão se tornando distantes. Não me encaram mais, não dispersam sorrisos. Apenas passam.
As vezes me pergunto se a cortina entre o mundo físico e o espiritual as vezes não cede, deixando um em contato com o outro.
Pensei que sabia tanto, tinha tantas certezas, agora vejo que nada sei. O que muitos chamam de dom, que eu nunca identifiquei nitidamente e cheguei a crer que estava mais para maldição, não tem mais a mesma força.
De certo modo tudo se revela apenas confusão.
Uma pessoa muito sabia me disse após alguns minutos de conversa que a forma com que vejo o mundo físico e sobrenatural é visto como universalismo e que essa é uma tendência da humanidade, mas que ainda levará gerações para que cheguemos nesse estágio. Não sei certamente se assim é ou se assim será, mas mesmo em momentos me vendo insana ainda acredito que estou na direção correta. Na verdade não preciso estar certa, preciso estar em paz.
Rogo para que o amor de Jesus transborde meu coração de forma a me manter em equilíbrio e paz, pois sei que só assim conseguirei encarar o mundo e suportar tudo que me é proposto.
Como sempre estou aberta para a luta, mesmo que seja invisível aos meus olhos humanos.
Revelações, profecias, regressão, não consigo identificar a sequencia dos sonhos, mas seja como for sou grata a Deus, assim como sou grata por tudo até aqui, principalmente pelas dores e sofrimentos, pois eles que me moldaram a ser quem hoje de fato sou.
Sei que aprendo diariamente e amanhã não serei a mesma de hoje, desse modo viver é uma crescente constante do aprender e a aceitação faz parte do processo de evolução.
Obrigada Senhor por Seu amor e misericórdia. Mesmo distante de Ti, Tu nunca me desamparou. Esteve sempre a minha espera, mesmo quando fugi do caminho e desviei meu olhar Tu estava a me esperar. Pacientemente, sutilmente, Teu amor me acolheu e hoje estou novamente diante Ti sem entender claramente Tuas estratégias, mas certa de que tudo segue o projeto perfeito. Mesmo que no percorrer do destino seja preciso mudar algo é excelente e perfeito, pois vem de Ti Senhor, logo não há falhas.

Meu coração está leve e brando em agradecimento. 

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Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.

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