Pergunto-me se há alguém que veja
seu viver de forma tão plena a ponto de não ter nenhum momento de seu passado a
lamentar.
Viver é aprender cotidianamente a
nos comportar como devemos diante quem queremos de fato ser. Em muitos momentos
somos outorgados pela situação a ser alguém diferente de quem somos, mas isso
não muda nosso caráter, isso apenas causa certa inquietação e uma visão
diferente de quem somos.
Diante a sociedade é preciso manter
a convicção de estar sempre consciente das ações. A socialização não nos
permite corrigir erros e muitas vezes um vacilo é determinante para todo
futuro.
A temporalidade terrestre é
avassaladora, mas ninguém percebe. Ela é fugaz, mas ninguém nota. Horas, dias,
meses, anos, o tempo está em cada detalhe, mas é ignorado a todo momento.
Alguns têm pouca idade e pensam
como se tivesse muita, outros tem idade em demasia, mas se comportam como
crianças. A forma com qual observa seu interior está ligado às experiências que
se viveu.
A fragilidade humana é estampada
diante a competição existente entre os seres. A satisfação pelo ter, por estar,
por saber, deixa oculto o verdadeiro ser. Mascara quem de fato se é por isso a
sociedade fica perplexa diante situações como tanto se vê, de filhos matando pais,
de maridos espancando esposas, de família maltratando idosos, do numero
escondido de abortos, do lucro com drogas, com trafico de pessoas e das demais
barbaridades que existem, mas todos procuram não comentar.
É mais fácil tapar os olhos
diante a verdade que encarar a realidade dos fatos.
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Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.