terça-feira, 7 de maio de 2013

Libertando meu ser?


Pergunto-me se há alguém que veja seu viver de forma tão plena a ponto de não ter nenhum momento de seu passado a lamentar.
Viver é aprender cotidianamente a nos comportar como devemos diante quem queremos de fato ser. Em muitos momentos somos outorgados pela situação a ser alguém diferente de quem somos, mas isso não muda nosso caráter, isso apenas causa certa inquietação e uma visão diferente de quem somos.
Diante a sociedade é preciso manter a convicção de estar sempre consciente das ações. A socialização não nos permite corrigir erros e muitas vezes um vacilo é determinante para todo futuro.
A temporalidade terrestre é avassaladora, mas ninguém percebe. Ela é fugaz, mas ninguém nota. Horas, dias, meses, anos, o tempo está em cada detalhe, mas é ignorado a todo momento.
Alguns têm pouca idade e pensam como se tivesse muita, outros tem idade em demasia, mas se comportam como crianças. A forma com qual observa seu interior está ligado às experiências que se viveu.
A fragilidade humana é estampada diante a competição existente entre os seres. A satisfação pelo ter, por estar, por saber, deixa oculto o verdadeiro ser. Mascara quem de fato se é por isso a sociedade fica perplexa diante situações como tanto se vê, de filhos matando pais, de maridos espancando esposas, de família maltratando idosos, do numero escondido de abortos, do lucro com drogas, com trafico de pessoas e das demais barbaridades que existem, mas todos procuram não comentar.
É mais fácil tapar os olhos diante a verdade que encarar a realidade dos fatos.

 (13/03/2013 ... ? )

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