Com meu ultimo relacionamento aprendi que a diferença não é
fazer diferente é ser paciente.
Não importa o quanto você se doe, o quanto você se empenhe,
o quanto você participa, a única coisa que importa é o quanto você aguenta.
É difícil medir forças quando não há certo ou errado, quando
o ângulo de visão é que não coincide.
Paixão avassaladora e voraz pode não durar a primeira
divergência. Não se trata de
intensidade, mas de disponibilidade.
Um relacionamento não é mensurado pelo nível do sentimento,
mas pelo nível da paciência.
Não há pessoas perfeitas e/ou ideais, o que há são pessoas
dispostas a conversar e juntas encontrar um denominador comum, ou seja,
encontrar uma solução que se não satisfizer ambas as partes ao menos agrade.
Ter maturidade em um relacionamento não é puramente se
entender e não brigar, é superar os obstáculos com muita conversa.
Ouvir além de escutar é uma grande ferramenta para se
trabalhar e claro ter a consciência de que mentira não tem tamanho, é sempre
mentira, é imprescindível.
Não é preciso aceitar as diferenças, mas respeitar é
fundamental.
Em um relacionamento nada deve ser imposto, tudo é uma
conquista. É ceder e doar. É receber e agradar. É mais fazer que receber. É dar
espaço para o outro se mover.
Descobri que mascaras são invisíveis e os que mais dizem se
conhecer são os que mais precisam de atenção.
Nem sempre estar disponível significa estar pronto.
É a velha questão da pessoa certa no momento errado.
E assim segue cada um a sua maneira, com suas convicções e
seus anseios.
Arriscar se em um relacionamento é como jogar na loteria,
ganhar fica só na ilusão, ou às vezes se ganha, mas a má administração faz
gastar todo premio. É uma questão de administração, do tempo, das ações, das
decisões, dos sentimentos. Há quem deseja ganhar, mas nunca arrisca. Há quem
arrisca sempre e vive frustrado. Há quem não acredita e nem arrisca. Há quem já
ganhou e não se contenta com o valor e vive arriscando mais alto. A não
satisfação gera a ilusão de que sempre haverá um premio melhor. Só pessoas
gratas se conformam e fazem acontecer com o que tem.
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Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.