Há momentos em que preciso me colocar diante meu ‘eu’ e
avaliar o todo.
Revejo momentos, revivo cenas, conversas, instantes...
Não me sinto realizada pelo trajeto nem completa por onde
estou, mas me alegro por quem sou.
De todas que fui ou das muitas que sei poder ser, escolho em
cada momento o ‘viver’.
Não tenho vergonha de me entregar, não tenho medo de amar,
não permito que os traumas me paralisem, não vejo as criticas como ofensa, não nego
meus erros nem fujo de minhas dores.
Vivo cada momento intensamente, curtindo o que o instante
pede.
Sinto, choro, sofro, me alegro, lamento... não fico presa a
convenções ou moralismo. Não nego o que quero mesmo quando não me convém. Me
jogo nas oportunidades, abraço o que surge, muitas vezes não consigo
administrar as situações, não por falta de maturidade e sim por excesso de paixão.
Me vejo demasiadamente forte para a vida na contramão que me
faço demasiadamente sensível quando o assunto é sentimento.
Questiono o porque do ser humano ser abstrato. Me sinto tão
bem na cia da solidão. Me conheço. Sei de meus limites, por mais que viva os
ultrapassando. Sei de minha capacidade e ainda assim há uma necessidade de
compartilhar momentos, de escrever histórias.
Minha vida se resumo em uma grande revista em quadrinhos,
onde cada pagina é um episodio novo. Muitos são cômicos, outros trágicos, há os
de terror, mas também os de grande alegria!!!
Perfeito quando nos enchergamos e nos descrevemos!
ResponderExcluirenxergamos
ResponderExcluirO bom da vida é que vivemos metamorfoses diárias, desse modo estamos sempre diante fatos inéditos que nos guiam a uma nova posição sobre nós mesmos. Apesar dos pesares sou feliz comigo mesma. :) Abçs
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