sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Há tanto a ser dito...aprendido... basta de religiosidade ditando valores...só o Amor importa!


A existência nesse plano se torna tão confusa que os valores se perdem na mesma proporção que o egocentrismo cresce silencioso e discreto.
Nós estamos vivendo uma falsa sensação de liberdade, enquanto não passamos de reféns de nosso egoísmo.
Há muitos anos a terra vem vivendo marcos histórico, pontos de mudanças e transformações, mas nós estamos sempre nos perdendo no caminho.
Como humano, seres pensantes dotados de razão, procuramos evoluir na ciência, na física, em todos os campos sociais, até analisamos o campo psicológico, mas esquecemos de procurar por nós mesmos as experiências.
Nos acomodamos em ter sempre as respostas prontas, em aceitar que a pequena minoria encontre as respostas e as traga para nós, o que é um grande equivoco, pois como dizia Napoleão Bonaparte “história é um monte de mentiras juntas”.
A questão é que uma informação passada de uma pessoa a outras 50 de uma vez atinge um ideal, agora uma informação passada a 50 pessoas uma por vez pode ser distorcida no caminho e é ai que o todo se complica, pois já precisa análise, discernimento e aceitação.
Talvez esses sejam os três pilares dessa existência. Analisar o todo, discernir além do que ouve e vê. Aceitar como é, além de como gostaríamos que fosse.
Infelizmente a religiosidade tem falado mais alto que afinidades e até mesmo que laços sanguíneos. Entendo que haja diferentes culturas e credos, mas por mais que os caminhos sejam distintos o lugar de encontro deveria ser o mesmo: o Amor.
Não importa denominações, rituais, dogmas, o importante é o foco no Bem Maior, o respeito ao Criador e a fé no sobrenatural.
Nós temos nos deixado levar por culturas enraizadas que acreditam ser dotadas de razão, enquanto a Verdade é uma só e não cabe a mim ou a você domina la.
Diversos caminhos levam a um mesmo lugar, não há um caminho certo ou errado, o que há é a necessidade de se distinguir o bem do mal, pois só assim pode se cultivar o respeito necessário à jornada.
Vivemos buscando mais, sabemos que podemos mais, desejamos mais, mas não sabemos distinguir o momento de parar ou mudar o foco. Alimentamos nossos pensamentos como verdades absolutas, acreditamos estar sempre certos, nos vemos dotados de razão e sabedoria, assim nos resguardamos no conforto de nossas casas, cercados por um seleto grupo, a quem chamamos amigos. Seguimos nosso dia a dia sem grandes preocupações, mantendo a certeza de estarmos vivendo nosso melhor.
Estamos perdidos em nós mesmos.
Enquanto perdemos tempo discutindo política, religião, pré-conceitos. Enquanto tentamos ser melhores que todos. Enquanto desejamos mais conhecimento, mais bens, mais títulos, mais poder, o tempo está passando.
Não há aquele que não olhe para traz e não tenha lembranças. Isso é o tempo se esvaindo. E a grande maioria de nós até percebe isso, mas não se dá conta de que algo deveria ser feito. A grande maioria de nós nunca se questionou o porquê de sua fé, o porquê de sua determinação, o porquê de seu ‘ser’, apenas seguem como robôs programados pelo sistema, fantoches na mão do destino, brincando de fazer escolhas e renuncias. Com isso o tempo passa e quando o ‘despertar’ chega é tarde de mais.
Então se torna nítido que o dever a ser feito era tão simples e ela estava presa no dia a dia, nos afazeres que aprendeu ser devidos, que se esqueceu de questionar, de seguir seus instintos...
Fomos feito a imagem e semelhança do Pai, o mesmo que por amor a nós mantem a lei do esquecimento, para que possamos seguir nosso caminho sem imposição, ou seja, Ele nos deixa livres.
Saber disso me emociona, como um Pai pode amar seus filhos de tal maneira a deixa los livres? Quantos filhos não vão para longe e se esquecem de voltar? Quantos nem se lembram do Pai? Quantos não se perdem no caminho? Há de fato aqueles que nunca se afastam dEle, mas ainda assim mantem no dia a dia atos de desamor. Quantos não ouvem os ensinamentos do Pai e ainda assim ignoram?
Mas o Pai, ahh o Pai. Ele sempre está lá, disposto, pronto para receber um filho que retorna, que pede socorro, que clama por abraço, que precisa de colo.
Esse é o maior preceito que devemos seguir e alimentar, o Amor acima de qualquer circunstancia, de qualquer obstáculo, de qualquer religião.
Somos, todos nós humanos, uma grande família errante em busca de redenção.

Não há uns melhores que outros. Talvez alguns tenham ‘despertado’ enquanto outros dormem, talvez alguns escolheram caminhos mais curtos que se revelam mais difíceis, talvez outros tenham escolhido o caminho mais longo que se mostra mais confortável, talvez alguns tenham escolhido desbravar o próprio caminho. Não importa, o importante é que todo e qualquer caminho leva ao mesmo lugar: ao Amor. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.

Postagens populares

Páginas

Postagens populares