“Eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante, do que ter
aquela velha opinião formada sobre tudo. Do que ter aquela velha opinião
formada sobre. Sobre o que é o amor...” Raul Seixas
Assistir o show da vida é fantástico, pois ela sempre me
surpreende com algo novo.
Há momentos em que me encanta e me leva a um mundo de
mistérios e fantasias. Em outros há medo, angustia e duvidas. Há ainda os que
são neutros e pouco influenciam.
O bom é saber que seja como for tudo irá mudar. ‘ Nada é tão
bom que não possa melhorar, bem como nada é não ruim que não possa piorar’.
Viver é ir alem de existir, é sentir prazer nas alegrias e
saber gozar da tristeza.
É sorrir quando se quer chorar, e deixar as lagrimas cair
quando a felicidade tocar.
É se emocionar com tudo, é zoar com o todo.
De tantas que fui hoje sei bem que sou.
Talvez venham outras.
A espera é prospera.
O acontecer é pacifico.
Aceitar a evolução como o processo devido do viver é ter forças
para não temer.
Fatos inéditos com a segurança de um veterano.
Novidades como sendo dejavú.
Cada dia é como uma apresentação.
Em cada noite a analise do dia vem me assolar.
Acertos e erros.
Verdades e mentiras.
Fatos e ilusões.
Escolhas e riscos.
Coescritora da historia.
Mera telespectadora das múltiplas faces.
A cada manha um novo começo.
Fantasia e real.
Exato e prudente.
Ideal e contrario.
Sucinto e avassalador.
De repente: palavras escritas em um local qualquer.
Sem nexo
Eixo aleatório
Conteúdo vão, mas dotado de razão.
Ainda espectadora do desenrolar.
Nenhuma palavra precisa ser dita quando se tem o olhar.
Emoções perdendo a direção.
Sentimentos se entregando a paixão.
Castigo dos fracos que não se controlam.
Entrega mútua quando chegar a hora.
Assim é e sempre será.
Redundância na vida de quem não quer esperar.
Como foi jamais será.
O novo se faz velho pra quem aprendeu.
O velho foi lição pra quem entendeu.
Experiência sortida.
Convicções adquiridas.
Tudo é nada.
No vão contem.
Tudo é relativo à linha do ‘trem’.
De repente o agora.
É chagada a hora.
Já.
Ficção real.
Sem brincadeira banal.
Simples e complexo.
Elementar e confuso.
Personagem principal.
Olhar analítico fundamental.
O expoente multiplica.
O sentir complica.
O todo em tudo.
Tragédia se faz benção.
Tempo se cumpre.
Mais e mais exigindo...
Fantasia real.
Loucura racional.
Sou várias.
Sou uma.
Errante.
Com fé.
Humana.
Mulher.
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Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.