quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mulher


“Eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Do que ter aquela velha opinião formada sobre. Sobre o que é o amor...” Raul Seixas

Assistir o show da vida é fantástico, pois ela sempre me surpreende com algo novo.

Há momentos em que me encanta e me leva a um mundo de mistérios e fantasias. Em outros há medo, angustia e duvidas. Há ainda os que são neutros e pouco influenciam.

O bom é saber que seja como for tudo irá mudar. ‘ Nada é tão bom que não possa melhorar, bem como nada é não ruim que não possa piorar’.

Viver é ir alem de existir, é sentir prazer nas alegrias e saber gozar da tristeza.

É sorrir quando se quer chorar, e deixar as lagrimas cair quando a felicidade tocar.

É se emocionar com tudo, é zoar com o todo.

De tantas que fui hoje sei bem que sou.

Talvez venham outras.

A espera é prospera.

O acontecer é pacifico.

Aceitar a evolução como o processo devido do viver é ter forças para não temer.

Fatos inéditos com a segurança de um veterano.

Novidades como sendo dejavú.

Cada dia é como uma apresentação.

Em cada noite a analise do dia vem me assolar.

Acertos e erros.

Verdades e mentiras.

Fatos e ilusões.

Escolhas e riscos.

Coescritora da historia.

Mera telespectadora das múltiplas faces.

A cada manha um novo começo.

Fantasia e real.

Exato e prudente.

Ideal e contrario.

Sucinto e avassalador.

De repente: palavras escritas em um local qualquer.

Sem nexo

Eixo aleatório

Conteúdo vão, mas dotado de razão.

Ainda espectadora do desenrolar.

Nenhuma palavra precisa ser dita quando se tem o olhar.

Emoções perdendo a direção.

Sentimentos se entregando a paixão.

Castigo dos fracos que não se controlam.

Entrega mútua quando chegar a hora.

Assim é e sempre será.

Redundância na vida de quem não quer esperar.

Como foi jamais será.

O novo se faz velho pra quem aprendeu.

O velho foi lição pra quem entendeu.

Experiência sortida.

Convicções adquiridas.

Tudo é nada.

No vão contem.

Tudo é relativo à linha do ‘trem’.

De repente o agora.

É chagada a hora.

Já.

Ficção real.

Sem brincadeira banal.

Simples e complexo.

Elementar e confuso.

Personagem principal.

Olhar analítico  fundamental.

O expoente multiplica.

O sentir complica.

O todo em tudo.

Tragédia se faz benção.

Tempo se cumpre.

Mais e mais exigindo...

Fantasia real.

Loucura racional.

Sou várias.

Sou uma.

Errante.

Com fé.

Humana.

Mulher.

 

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Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.

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