“Que seja eterno enquanto dure dizia Vinicius de Moraes”
A eternidade está contida na intensidade.
De todas as formas que tento não consigo me encontrar. Sou
tantas que acabo sendo nenhuma. Sou tão voraz que acabo sem graça. Sou tão eu
que me perco em mim mesma.
A redundância de viver ilusões.
A clareza da utopia alimentada como sonho.
Momentos alegres em fase de crise.
Sorrisos expostos ocultando dores.
Palavras determinadas maquiando o negativismo.
Guerra por atenção.
Dedicação ao estereótipo.
Insatisfação.
Sentimentos.
Sensações.
Distancia se torna abismo.
Tempo se faz infinito.
Tudo dentro da eternidade de cada momento.
Viver um dia por vez é viver consolidar o eterno
diariamente, é vivificar instantes transformando os em mágicos, onde os
especiais jamais deixarão de fazer parte das lembranças.
Para alguns ideal, para outros pesadelo.
É tudo no nada, que se torna nada com tudo.
É aquela velha analise de preferir o copo meio cheio ou meio
vazio.
É o velho conceito da relatividade.
É a ambição crônica da evolução mental, sentimental e
espiritual.
Escolhas em meio as oportunidades.
Dedicação testando a capacidade.
Ambição ansiando comodidade.
Emoções desviando necessidades.
Futilidade agradando a popularidade.
Carinho cultivando amizade.
Ódio magoa do amor.
Dor alimento da força.
Inveja admiração excessiva.
Eternidade?
Momento presente.
A superficialidade torna tudo passageiro, mas a intensidade
torna eterno.
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Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.