terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Como apagar do coração?


Cada relacionamento tem suas peculiaridades.

Um relacionamento nunca é igual a outro.

Entre oscilações seguem.

Ora se está no céu, ora se contempla o inferno.

Quando há sentimento o desejo é sempre de que tudo se esclareça e fique bem.

É agoniante tentar adivinhar como o outro está se sentindo, se ele irá procura-lo.

Passamos o tempo olhando pro relógio, abrindo as redes sociais, ansiando um sinal de que não passava de reticencias.

O tempo parece sufocar.

Fantasmas começar a rondar, a soprar pensamentos confusos...

No peito uma união de vazio e decepção se instala.

Na mente um desejo de esperança e fé.

Tudo isso se torna uma saborosa história a ser degustada na união.

No entanto, quando a sensação muda, quando nada é como foi um dia, a certeza do fim envolve de maneira tão voraz que não há reação.

As lagrimas não caem.

A dor é tamanha que anestesia o corpo.

A mente nem mesmo se vê confusa, está certa do fim mesmo desejando um recomeço.

O coração se sente como um brinquedo.

A mente vê nada além de um pedaço de papel usado, agora rasgado e descartado.

É. Certamente é o fim.

Você diz que é melhor pra você, mas e pra mim?

Porque questionar, eu nunca fui seu preocupar.

Queria saber porque não consigo magoas guardar.

Você foi minha maior decepção.

Não passou de doce ilusão.

Enganou meu coração.

Meus olhos viram uma mera projeção.

(Faiado)

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