segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Em 19/08/2013 estava pensando assim:

As metamorfoses não param...
É em suma agradável sentar e ter um diálogo com uma pessoa que vê a vida além de corpo físico, além de roupas, além de bens materiais, além das futilidades sociais. Alguém que goste de olhar e analisar o universo.
Pessoas assim são tao raras que quando as encontro chego a me sentir normal, mas infelizmente o tempo é voraz e faz da magia do momento um breve instante.
Há tanto a ser analisado, pensado, discutido. E nesse conceito percebo que pensamentos vagos são carregados de razões e que se compartilhados podem gerar ideias inimagináveis.
Percebo que a identidade é única porque as pessoas são o universo da pluralidade.
Nada é certo e constante tudo é morfológico.
A variante existir é o signo linguístico do viver.
A natureza do homem não é mal, o bem é que se deixa ser corruptível.
País errado, época errada ou missão não identificada?
Um peixe vagando nas areias do deserto.
Luz sem cor.
Sol sem calor.
Noite sem lua.
Pessoas que se conhecem se reconhecem. Têm a retina tatuada com suas histórias, experiências vividas, escolhas sofridas, recomeços...
Palavras soltas ao vento, que longe chegam como pensamentos e a alguém se transformam validas.
Palavras mais ditas que pensadas, pouco analisadas, que se transformam em grandes moradas.
Roupagem do sentir que precede o saber.
Armadura do conhecer.
Palavras vãs com conteúdos mil.

Múltiplos rostos de um ser sutil. 
(DD)

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Me pergunto se sou mesmo maluca ou há mais alguem que pensa como eu? Critícas são sempre construtivas, deixe seu comentário.

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